O COAC organizou primeiro evento de airsoft neste domingo em Amargosa

O evento não oferece premiações. O único objetivo é completar as missões designadas pelos comandantes dos exércitos.

Aconteceu nesse domingo, 24/02/19, o primeiro evento de airsoft na cidade de Amargosa. O evento intitulado “OPERAÇÃO EL CHAPO” foi organizado pelo grupo Corvos de Amargosa Airsoft Clube – COAC – e contou com a presença de mais de 80 operadores (como são chamados os praticantes experientes desse esporte) de diversas cidades e equipes como: Guerreiros do Sol Airsoft Clube (GSAC – Jequié), SG7 Airsoft (Mutuípe), MadMax Tatical Force Airsoft (MTFA – Nazaré), Corujão Tático Airsoft Gandu (CTAG – Gandu), Maracás Airsoft (Maracás), Grupo Operacional Airsoft Jaguar (GOAJ – Jaguaquara), além de representantes da Airtudo que apoiou o evento.

Os operadores utilizam marcadores de pressão que simulam armas como pistolas e fuzis a gás, elétricos ou por molas (AEGs) e que disparam bolinhas de plástico (BBs) de seis milímetros de diâmetro. As BBs são de plástico rígido e sem tinta. É um esporte que encontra-se amparado na legislação vigente, através da Portaria 002-COLOG, de 26 de fevereiro de 2010, e do Decreto Lei nº 3.665, de 20 de novembro de 2000, o mesmo é restritivo apenas para menores de 18 anos devido ao ECA.

A vestimenta e acessórios são de livre escolha, mas a maioria opta por roupas e aparatos militares, como gandolas, calças, coturnos, coletes e capacetes. Entretanto, o uso de fardamento oficial das Forças Armadas é estritamente proibido. O uso de óculos de proteção é obrigatório para participar de qualquer tipo de evento de airsoft.

Nessa operação os participantes foram divididos em dois exércitos que tinham como objetivo cumprir missões em um jogo com um roteiro criado pelos organizadores.

A história, batizada de “El Chapo”, foi baseada na história de um dos maiores narcotraficantes do mundo, em que o enredo encena uma fuga fictícia de El Chapo para uma floresta e um dos exércitos deveria capturá-lo enquanto os adversários, evidentemente, deveriam resgatá-lo e protegê-lo a qualquer custo.

O evento não oferece premiações. O único objetivo é completar as missões designadas pelos comandantes dos exércitos. Como as munições usadas no airsoft não possuem qualquer tipo de marcação, como aquelas utilizadas no paintball, é fundamental que o competidor se acuse quando for atingido e coloque um pano vermelho sobre a cabeça para indicar que foi alvejado. “O airsoft é um esporte que preza pela honestidade e honra, e isso é para poucos” destaca o presidente do COAC, Marcos Braga.

“É um jogo de muita estratégia”, frisa Caio Lomanto, um dos operadores do COAC. “as vezes não é necessário disparar um único tiro para ganhar o jogo”, complementa.

Os praticantes do airsoft são pessoas que atuam nos mais variados setores profissionais. Há médicos, empresários, advogados, professores, vigilantes e também militares, além de outras profissões.

No entanto, há um consenso entre os operadores “o esporte não é violento, mesmo usando armas e realizar simulações de guerra”.

Para saber mais sobre o esporte e a equipe COAC acessem os canais de comunicação do grupo:

https://www.facebook.com/coacamargosa/
https://www.instagram.com/c.o.a.c/

Fonte: Recôncavo no ar