Pesquisadores encontram estátua de macaco em Parque Marinho de Fortaleza

Por Felipe Mesquita, G1 CE
A estátua foi achada dentro d'água com uma corda presa na cintura. — Foto: Labomar-UFC/Mar do Ceará/SEMA

A estátua foi achada dentro d’água com uma corda presa na cintura. — Foto: Labomar-UFC/Mar do Ceará/SEMA

Enquanto mergulhavam em busca de mapear os diferentes tipos de espécies que vivem no Parque Estadual Marinho da Pedra da Risca do Meio, em Fortaleza, pesquisadores do Instituto de Ciências do Mar (Labomar) encontraram uma estátua em forma de macaco feita de concreto. O objeto inusitado estava a 25 metros de profundidade e chegou a confundir os mergulhadores.

“Foi semana passada. Fomos para uma recife que nunca tínhamos mergulhado, descemos e vimos o que parecia ser uma figura humana, mas chegamos perto e vimos que era uma estátua de macaco”, relata o professor Marcelo Soares, coordenador do Labomar.

Desde o dia 10 de julho último, equipes do órgão realizam expedições com assistência da operadora de mergulho Mar do Ceará. Até agora, foram realizados seis mergulhos entre 17 e 30 metros de profundidade. O objetivo é identificar e quantificar espécies no fundo do mar e aferir temperatura, oxigênio e salinidade através de coletas de água.

A estátua foi achada dentro d’água com uma corda presa na cintura. “Ninguém sabe quem fez, e ninguém sabe quem colocou lá e nem por qual motivo. Foi super curioso”, avalia Marcelo Soares.

Espécies

Ainda de acordo com o professor, no mínimo, cerca de 200 espécies vivem na área do Parque Marinho. Porém, o número pode aumentar após o término do Plano de Manejo da unidade de conservação, cujo documento mostrará a situação dos animais, condição do ambiente, aspectos de poluição e ações de preservação.